Introdução
Vivemos em meio ao consumismo, onde os sujeitos
são movidos a projetos modernos, e buscam a todo custo estarem inseridos, mesmo
que isso demande de cada um, a sua própria reputação, abrindo mão de até mesmo
do estado.
No segundo capítulo, cujo o titulo é,
"Dentro e fora da caixa de ferramentas da sociabilidade", somos
convidados a viajar por um mundo onde a cultura se caracteriza como produto do
encontro dos sexos, assim como as responsabilidades da paternidade que foram se
modificando durante todo o processo de modernização e consequentemente as
estruturas das famílias antigas que passaram a ter um novo significado, que se
designava a partir de seus filhos que eram produtores e acabaram perdendo o
sentido real atribuídos a eles, de ponte. Pode-se visualizar também durante a
leitura de toda essa escrita registrada neste prefácio, a divisão entre sexo e
reprodução marcado pelo questionamento da capacidade do sexo ser algo
autossuficiente, consequência da frustração sexual, demarcada pelo avanço da
modernidade.
Destaca-se assim, a insustentável leveza do
sexo, juntamente com o produto que dele provém e posteriormente a
alterabilidade e incompletude comparados neste contexto apontado, afinal
quantidade não é sinônimo de qualidade.
Pensando, portanto, pelo lado atual, onde a modernidade se faz
presente, podemos viabilizar notórios efeitos, resultados de tal processo
descrito, sinais como o consumismo, relações de co-presença, proximidade
virtual e ao mesmo a distância que esse mundo propicia, que nos faz refletir a
cerca de como se dão os relacionamentos e a comunicação existente neste período
em que vivemos.
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